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VOCÊ JA VIU UM FILHOTE DE PORCO-ESPINHO?

VOCÊ JA VIU UM FILHOTE DE PORCO-ESPINHO?

A fábula do Porco-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os
porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,
assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada
um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam
mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:
 
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
 

Aprenderam
assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa
muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do
outro.

E assim sobreviveram.
**********
 Moral da História
O melhor
do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele
onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas
qualidades.

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O bordado,

.

"Certo dia, uma mãe sentada em sua cadeira de balanço bordava uma colcha sob o olhar atento do filho que brincava aos seus pés.

O menino sentado no chão olhava acima para a mãe e não entendia o que ela estava fazendo tão compenetrada.
Quando
descuidava um pouco da sua brincadeira a observava tão
habilidosa lidando com um emaranhado de fios coloridos, alguns mais
curtos, outros mais longos, o que lhe deixava ainda mais confuso diante
daquela geometria desordenada.

Assim
diante daquilo, perguntou à ela o que estava fazendo, o porque daqueles
fios desalinhados, porque alguns eram tão coloridos e outros escuros,
porque, porque, porque…

Diante da chuva de perguntas ela respondeu calmamente ao filho para esperar, que assim que terminasse ela iria explicar-lhe.
Assim
a criança se distraia novamente na sua brincadeira e deixava a mãe na
sua tarefa. Todavia, de vez em quando voltava a sua atenção novamente ao
trabalhoso bordado e enchia a mãe de questionários intermináveis.

 Mas
esta sempre lhe dizia, espere meu filho, já te mostro.
Terminado finalmente o trabalho a mãe chamou o filho e o colocou no seu colo.
Quando
então lá de cima sentado no colo da mãe o menino não escondeu tamanha
admiração ao ver uma paisagem inebriante bordada naquele pedaço de
tecido. Com certeza era a visão mais linda que já tinha tido na sua
então pequena vida.

A
mãe então amorosamente explicou-lhe cada fase do bordado para chegar
naquele desenho tão lindo, como tinha feito os arremates, as escolhas
das cores, etc. E assim cada dúvida que tinha levantado anteriormente
foi se dissipando e tudo sendo esclarecido.

O
menino então percebeu que mesmo que a mãe tivesse tentado explicar-lhe
anteriormente o que estava fazendo, na posição que se encontrava não
entenderia. Mas agora de cima para baixo, já vislumbrava as respostas de
todas aquelas dúvidas que na verdade eram propósitos.

Assim é o Senhor conosco!
E
assim como aquele menino que da posição que se encontrava não entendia
nada, somos nós aqui em baixo olhando para o Pai acima. Olhamos para o
alto e não entendemos o que Ele está bordando, do porque de tantas
nuvens escuras sobre nós, e essa geometria de caminhos tão desalinhados e
confusos. E muitas vezes quando clamamos a Ele por respostas apenas
ouvimos ‘espere’.

Outras
tantas vezes enchemos o Paizinho de questionários intermináveis, de
tantos ‘porquês’ e ‘para quês’. Não entendemos o que está acontecendo ao
nosso redor, e ficamos inseguros quando não temos o controle nas nossas
mãos. E a ansiedade nos leva até mesmo à precipitações quando na
verdade tínhamos apenas que obedecê-lo e esperar.

Mas
chegará o momento que o Pai amorosamente te colocará no colo e te
mostrará o propósito de tudo que tem passado na sua vida, e até mesmo no
seu coração. E cada dúvida, medo e insegurança irá se dissipar, sendo
substituídos por um sentimento maior de confiança, que mesmo quando não
entendemos nada o Pai está no controle cuidando de cada detalhe para que
o Seu propósito seja cumprido nas nossas vidas.

Sejamos,
portanto, filhos obedientes ao esperar pelo tempo do Pai. Confiando que
o emaranhado de fios hoje desordenados, estão sendo tecidos para a
linda paisagem que Ele tem para nossas vidas."
                                                                                                     Texto da internet.
                                                                                                      Desconheço o autor