Arquivo | julho 2008

Donaldo Zolan X Pedro Bial

 
Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância

A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação,
mas no montinho de areia da escola de todo dia.
 
Estas são as 17 coisas que aprendi:
   
1.  Compartilhe tudo;
 
2.  Jogue dentro das regras;
 
 
3.  Não bata nos outros;
 
 
4.  Coloque as coisas de volta onde pegou;
 
 
5.  Arrume sua bagunça;
 
 
6.  Não pegue as coisas dos outros;
 
7.  Peça desculpas quando machucar alguém;
 
8.  Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
 
9.  Dê descarga; (esse é importante)
 
10.  Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
 
11.  Respeite o outro;
 
 

12.  Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco… desenhe… pinte… cante… dance… brinque… trabalhe um pouco todos os dias;
 
13.  Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
 
14.  Quando sair, cuidado com os carros;
 
15.  Dê a mão e fique junto;
 
16.  Repare nas maravilhas da vida;
17.  O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo  a sementinha no copinho plástico, todos morrem… nós também.
 
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os:
à sua vida familiar,
 
ao seu trabalho,
 
ao seu governo,
 
e ao seu mundo.
 
E vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme.
 
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo,
tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde,
 e pudéssemos nos deitar com  um cobertorzinho
para uma soneca.
 Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas

ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
 
Sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.
 
É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós,
 onde os sentimentos não precisam de motivos

 nem os desejos de razão.
O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração,
pois a vida está nos olhos de quem souber ver.
"Educa a criança no caminho em que deve andar;
e até quando envelhecer não se desviará dele."
Provérbios 22:6 
"O estudo, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido sermos crianças por toda a vida.“
 (Albert Einstein)
 
"Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto.“
(Arnaldo Antunes)

 Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho. Mas na verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro."

(Gianluca 4 anos)
 "Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já tem?“

 (Marcello 4 anos)

afinidades

 
 
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
 
 
 
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
 
 
E o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. 
 

Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.

Ter afinidade é muito raro.

 
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.

 

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.

 

É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.

 
 

Não é sentir nem sentir contra…
Nem sentir para…
Nem sentir por…
Nem sentir pelo…
Afinidade é sentir com.

 
 

É olhar e perceber…

 

 

Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.

 
 

É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar:  apenas afirmar.

 

Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.

 

 

É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.

 

Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
 

 

Nossos elos

 

Pessoas são como elos…
Elos que se entrelaçam pela força do destino,
Elos que se definem pelo livre arbítrio…
 

Pessoas formam histórias.
Histórias de vida, com rumos pré destinados…
Histórias de vida, de livre escolha dos próprios atos.
O nosso eu acaba sendo formado de pessoas….
 

Pessoas que amamos, pessoas que odiamos,
pessoas especiais ou insignificantes…
A nossa história é formada de pessoas…
Muitas delas ficam apenas um pouquinho conosco…
 

Outras, uma eternidade de tempo físico…
Outras ainda uma eternidade de tempo espiritual.
Essas permanecem conosco mesmo depois
que o elo físico se rompe…
 

São personagens de relações eternas de amor!
O rompimento doloroso só consegue provocar
o afastamento da matéria; do espírito jamais…
São essas pessoas que fundamentam o nosso
alicerce de vida.
 

Elas vão e ficam ao mesmo tempo.
São pessoas que jamais nos deixam sós,
pelo simples fato de morarem dentro
de nossos corações…
 

Elas são elos inquebráveis, que nos tornam
capazes de sermos também elos em outras vidas…
Elos de amizade…
Elos de amor…
 

Assim é a corrente da vida, onde as pessoas
formam sempre elos…
Sinto que vivemos uma nova era de relacionamento,
feita também de elos…
Elos virtuais…mas tão reais…
Elos que nos marcam profundamente!!!

Falando sobre Vem.

 

“ VEM ”

 

“Vem! Enlaça-me em teus braços! Vem! Aperta a minha mão!
Eu te perdôo porque te amo, é todo teu o meu coração.
Vem! Esquece o passado! Vem comigo caminhar!
Enxuga o pranto de mágoa e dor, escuta o canto do nosso amor…

 

Alma gêmea de minh’alma, redimida no Caminho…
Dois mil anos de aliança, de esperança e carinho…
Vem, querido companheiro de jornadas e esplendores,
Através da eternidade, luz eterna dos meus amores.

 

Vem! Vamos oferecer uma prece comovida
Ao Nazareno, com gratidão, por tanto amor em nossa vida…
Vem! Jesus está sorrindo nas paragens do infinito,
Abençoando nossa união. Vem, meu amor! Dá-me a tua mão.”

 

( João Cabete – ‘Biografia’ – 1919/1987 )

Assim são as pessoas…

 

Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia e pensava :

Se tivesse um carro novo, seria feliz;
Se tivesse uma casa grande, seria feliz;
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;
Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz,

Foi quando tropeçou em uma sacolinha cheia de pedras. Então, ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma no mar cada vez que dizia:

Seria feliz se tivesse…

Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacolinha, que decidiu guardar. Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso. Você imagina quantos diamantes ele jogou ao mar sem parar para pensar?


Assim são as pessoas… jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor ao que têm perto delas. Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam o quão afortunadas são, que muito perto de si está sua felicidade. Cada pedrinha deve ser observada… pode ser um diamante valioso.Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível. Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo. Você, como anda jogando suas pedrinhas? (que podem ser relacionamentos, amigos, trabalho e até mesmos seus sonhos).